Foto: Casa Claudia
Foto: Casa Claudia
Foto: Casa Claudia
Ingredientes da salada:
Peito de Frango, Alface, Repolho Roxo, Alcachofra, Aspargos, Pepino (com casca), uva, uva passas, Cream Cheease e Molho Balsâmico.
Bon appétit!
Para estrear a categoria D.I.Y (Do It Youself) aqui no Chá, vou ensinar a repaginar a capa de agendas. Aquelas agendas bem sem graça que ganhamos de empresas, compramos de entidades de caridade e etc, podem sim ficar a sua cara em poucos passos.
Vamos precisar de:

Agenda
Cola Pano
Tesoura
Pincel
Estampa Liberty
Imagem que você goste (eu escolhi a Audrey)
___________
Agora separe seus materiais em um cantinho e mãos à obra!
Escolha um local bem iluminado para trabalhar, eu escolhi o jardim!
Para não sujar o forro de cola, use papel plastificado ou E.V.A como base.
Passo 1: Recorte sua figura, antes de sujar as mãos de cola.
Guarde ela em um cantinho para usar mais tarde.
Meça o tamanho da sua agenda na estampa Liberty.
Recorte a estampa, deixando uma margem de mais ou menos 2 dedos de largura.
Espalhe a cola, homogeneamente, por toda a capa usando o pincel.
Sua capa vai ficar assim:
Coloque a estampa por cima da cola, com bastante cuidado para não deixar “veias” no tecido.
Recorte as quininhas para não sobrar pano na hora da dobra.
Passe cola na borda que restou da estampa.
Cole a borda no verso da capa.
Na parte de trás, retire o elástico (se tiver) e repita o processo da capa.
Recorte uma folha de papel vergê e cole no verso, para dar acabamento interno na agenda.
Com estilete, perfure o lugar onde deve-se colocar o elástico.
Coloque o elástico, e dê o acabamento na parte interna como foi feito na capa.
Cole sua imagem na disposição desejada e depois passe cola por toda a capa e verso. Isso irá envernizar seu tecido e evitar que suje facilmente.
Não se esqueça de colocar o pincel de cola na água, para que ele não endureça.
Deixe a cola secar, ou catalize esse processo usando o secador.
Pronto! Assim ficou a minha agenda personalizada. E a sua?
Essa receitinha deliciosa se destaca pela simplicidade do preparo e o sabor super diferenciado. O molho pode ser servido tanto para saladas quanto pra carne. Quando o ácido da mostarda se mistura à doçura do mel, não há quem resista.
Ingredientes
1 Pote pequeno de maionese
2 colheres de mostarda
1 colher de Mel
1/2 limão
orégano e sal a gosto
Modo de preparo
Misture tudo com fuê! =)
Sirva em um tigela bonita de porcelana e surpreenda os amigos!
Foto: Natália Ambrósio
Veja minhas receitas também no Pitada.com (Rede social de gastronomia: para quem gosta de partilhar as delícias servidas à mesa)
Tem dias que tudo fica de pernas pro ar, temos mil compromissos agendados e na nossa cabeça vai dar tempo de fazer tudo e no horário marcado ainda, a gente só esquece de que existem imprevistos, visitas inesperadas, transito, chuva, preguiça e qualquer coisa que nos faça desistir de cumprir com os compromissos. Bem… me encontrava nesta situação então andei dando uma pesquisada e encontrei metodologias e ferramentas organizacionais que realmente estão dando certo e resolvi passar aqui pra vocês que, tenho certeza que também já sofreram com esse tipo de coisa. Com as férias no fim, nada como uma ajudinha extra pra entrar no ritmo frenético novamente.
Na maioria das vezes nós mulheres nos perdemos em nossas agendas. Excesso de prioridades angustiam e inúmeras tarefas extrapolam a nossa capacidade de fazer as coisas. Porém, quando conheci o GTD minha vida mudou. Descobri que é possível ser dona do próprio tempo. GTD é abreviatura para Getting Things Done , uma metodologia de organização do tempo demonstrada no livro de David Allen. David fala o seguinte, que precisamos tirar as sobrecargas da mente e coloca-las no papel para que a mente possa se preocupar com a parte criativa. Claro que eu sempre pensei o mesmo que David, só não sabia colocar isso em pratica (risos). No livro, ele demostra como fazer isso em basicamente 5 passos que vou passar resumidamente aqui pra vocês:
Step 1 – Coletar: listar todas as tarefas e compromissos que tem que ser feitos;
Step 2 – Processar: pensar no que fazer e como fazer essas tarefas;
Step 3 – Organizar: separar por prioridades todas as atividades
Step 4 – Revisar: a revisão das tarefas deve ser feita semanalmente até mesmo para manter o controle e saber se o esquema está funcionando de verdade;
Step 5 – Executar – Comece a fazer suas atividades colocando os 4 passos acima em prática.

Depois de ter essa metodologia em mente a gente não vai mais marcar o salão, dentista, reunião de grupo da faculdade tudo no mesmo dia, com o andar da coisa a gente vai tendo uma noção melhor do tempo que temos, da importância de cada atividade e assim vai até sobrar tempo pra juntar as amigas e tomar umas no happy hour. Tem umas ferramentas que auxiliam muito na hora da execução do GTD, uma delas é o Hipster PDA, que nada mais é do que um monte de fichinhas de papel agrupadas em grampos pra gente escrever as tarefas, que diferente dos compromissos não são escritas nas agendas.
O especialista em gestão do tempo Christian Barboza, tem um livro chamdo “Você, dona do seu tempo” da Editora Gente que dá mais algumas dicas principalmente voltadas para as mulheres que segundo ele têm um volume muito maior de urgências diárias do que os homens. Isso porque elas vivem em função não apenas das urgências do trabalho, mas também da casa, dos filhos, do marido. (acho que a parte dos filhos e marido deve se enquadrar apenas nos planos futuros das leitoras aqui do chá né!). Barboza ensina a marcar na agenda o significado daquele compromisso, e não o compromisso em si. “A gente tem que descobrir o objetivo por trás da atividade para se motivar.” afirma.
Para isso é preciso entende que no nosso dia tempos 3 tipos de atividades: as reuniões (compromissos com hora marcada, informações (nossas anotações, conhecimento) e tarefas (atividades que tem um dia para serem executadas, sem um horário definido de início ou término), e a partir dessa tríade a gente prioriza os compromissos em importantes, urgentes e circunstanciais, sendo que são:
Importante: todas as atividades que você faz e que tem importância em sua vida, são aquelas tarefas que trazem resultado a curto, médio ou longo prazo. É a esfera da estrada certa, na qual você coloca seu carro e sabe que na linha de chegada estará realizado.
Urgente: é toda tarefa que deve ser feita imediatamente, pois o prazo para execução é curto ou então já acabou. Essas atividades não podem ser previstas, por isso geralmente causam estresse nas pessoas.
Circunstancial: tarefas desnecessárias ou excessivas. São os gastos do tempo de forma inútil, tarefas realizadas por comodidade ou por serem “socialmente” apropriadas. É a esfera da estrada que não leva a lugar algum, aquela que não traz resultados, apenas frustrações. Podemos citar como exemplo o uso demasiado da internet, ou os e-mails improdutivos, as conversas fúteis, etc.
Depois de tudo isso você não vai mais ter que se preocupar com falta de tempo para nada, quem fizer o teste comenta aqui depois a experiência.
Links relacionados:
DIY um Hipster PDA – http://www.diyplanner.com/templates/official/hpda
Como o GTD acontece – http://www.alemdascurvas.com/2007/05/fluxo-de-trabalho-como-o-gtd-acontece.html
Software de organização de finanças – http://jfinancas.com.br/download_jfinancas_zero.html
Download de calendários personalizados – http://www.calendarsquick.com/printables/free.html
Peguei pra ler a Marie Claire hoje, que chegou em casa faz um tempinho mas ainda não tinha tido tempo de ler. Sempre pensei que só assinaria uma revista tipo a Marie Claire a partir dos 30, afinal é uma revista para mulheres sofisticadas e inteligentes, eu disse mulheres. Não que eu não me considere uma, mas enquanto meu pai pagar minha fatura do cartão vou deixar me chamar assim só em momentos de auto-prestígio. Mas por que então assino essa revista aos 22? Haa porque assino Criativa e a Editora globo (uma graninha pelo merchân por favor) tem umas promoções, peguei Marie Claire de tabela, mas gosto também.
Apesar de parecer, não é sobre a Marie Claire que eu quero falar, mesmo sendo a quarta vez que cito o nome da revista (rs). Sabe o que mais me empolga quando abro uma revista? Não é a matéria de capa, mesmo porque são sempre perfis de pessoas boring, que leio mais para ter exemplos de perfis e tirar umas notas boas na faculdade de jornalismo do que por interesse ao perfilado, seria como ler a biografia da Geisa Arruda (sim, existe), ou do vivido Justin bieber, mas não tão empolgante quanto a de Bruna Surfistinha. Acho que sou uma das raras que gosta de ler a Carta ao Editor. Talvez por que fique imaginando meu nome na assinatura de uma dessas cartas daqui a alguns anos. Natália Ambrósio, diretora de redação!
Nessa carta, a diretora de redação Mônica Serino citou um trecho do editorial da primeira revista escrito a 20 anos, já que a revista comemora no mês de abril seu vigésimo aniversário, por Regina Lemos, então diretora de redação, que me fez parar pra pensar em algumas coisas.
“Gostamos de Marie Claire porque ela não dita regras nem dá conselhos e só acredita em receitas na cozinha; na vida, cada pessoa há de elaborar a sua própria. É por isso que, ao fazer uma matéria de comportamento, Marie Claire não produz um tratado psicológico, simplesmente ouve as mulheres. Muitas. Até selecionar as melhores histórias, aquelas com que vamos nos identificar, indignar, chorar, aprender… não é assim que mulher se entende, trocando experiências?”
Quando falou em receitas, imediatamente me veio em mente algumas manchetes de revistas teens do tipo, “Como ser popular em 10 passos” e também aqueles livros que lia aos 12 anos, “Coisas que toda garota deve saber” que eram como um manual de etiqueta descolado para garotinhas entrando na puberdade (bizarrooo, ensinava até como aparar os pelos hahaha). Se for pensar bem, isso não é só coisa teen. Analisando a maioria dos fashion blogs ou blogs voltados para públicos femininos que estão bombando hoje (isso inclui o meu, tirando a parte do bombando), não enchergamos nada muito além de receitas, pra ser fashion, pra viagens, pra tudo que se julga “importante”. Ai me pergunto, quando nós blogueiras deixamos de fazer o que era nosso propósito quando começamos a mexer com isso; falar pelos cotovelos descompromissadamente, dar nossa opinião, contar nossas histórias e escutar pitaco de desconhecidos sobre ela? Ser blogueira hoje é uma profissão, e sim, deve ser muito bom viver disso (um dia o farei), mas que a gente tente não perder a essência, o encanto, porque se deixar de ter isso, ai sim vai realmente virar trabalho e a diversão vai acabar. Hoje parei pra pensar nisso, e não pude deixar de dividir com vocês. Se rolarem alguns posts bacanas e mais embasados, é graças a esse insite que tive essa madrugada de feriado. Deve valer de alguma coisa.
Texto: Natália Ambrósio
Colagem: Bruna Brasileiro